A segurança do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi acionada com urgência na noite deste sábado (25), após um incidente de disparos e explosões interromper um jantar em um hotel de Washington.
O evento, que reunia o presidente com correspondentes da Casa Branca, foi palco de tiros nas proximidades, o que levou o Serviço Secreto norte-americano a remover rapidamente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump do local.
Um suspeito foi detido em conexão com o ataque, mas sua identificação não foi divulgada publicamente até o momento.
Conforme apurações da agência Reuters, o indivíduo efetuou disparos contra um agente do Serviço Secreto. Contudo, o oficial não sofreu ferimentos, pois estava equipado com um colete à prova de balas.
Além dos tiros, relatos de testemunhas a veículos de notícias internacionais indicaram que múltiplas explosões foram ouvidas na área adjacente ao hotel.
O vice-presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio também estavam presentes no jantar. Ambos foram evacuados do hotel e, segundo as autoridades, encontram-se em segurança.
Em coletiva de imprensa concedida na Casa Branca após o incidente, o presidente Trump descreveu o atirador como um "lobo solitário", termo comumente empregado para se referir a supostos criminosos que agem de forma isolada, sem ligação com grupos ou organizações.
Apesar da declaração do presidente, o Serviço Secreto dos EUA não forneceu informações adicionais sobre a identidade ou motivações do suspeito.